Os preços da mandioca recuaram na semana passada, de acordo com informações do Cepea. Parte das empresas limitou a moagem nesta semana, devido à fraca demanda industrial – algumas até interromperam o processamento, diante dos atuais níveis de estoques, que são considerados altos. Entre 9 e 13 de setembro, a média a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 295,90 (R$ 0,5146 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), baixa de 1,7% em comparação com o preço médio da semana anterior. Em quatro semanas, também segundo dados do Cepea, a queda é de 4,5%.
Começou nesta segunda-feira (02/09) e vai até o dia 17 de setembro a Missão Chilena que está visitando as indústrias brasileiras de farinhas e gorduras de origem animal.
A Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), junto com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Servicio Agrícola y Ganadero (SAG) do Chile, organizou e acompanha a Missão que tem como objetivo renovar ou habilitar estabelecimentos de farinhas e produtos gordurosos de origem animal para exportar para o Chile.
Serão visitadas indústrias de reciclagem animal nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso. Dois roteiros definidos. O gestor de Mercado Interno Marcell Porto e Castro vai acompanhar o Médico Veterinário Henrik Merino -SAG/Chile. Já o gestor de Mercado Externo Juliano Hoffmann acompanha o trabalho da Médica Veterinária Minda Sánchez- SAG/Chile.
O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento recebeu a missão em Brasília. A reunião inicial foi com a equipe do DIPOA coordenada pelo Chefe da divisão de auditorias internacionais/ DIPOA Fábio Coelho. Fonte: Agrolink
[email protected]FARINHAS: Missão chilena no Brasil busca habilitar setor de farinhas
Os preços da mandioca vêm apresentando comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo colaboradores, nas praças com maior concentração industrial e naquelas que precisam se abastecer em áreas mais distantes, as cotações subiram levemente, enquanto que nas regiões com maior estoque e consequentemente menor demanda, os valores recuaram. De 26 a 30 de agosto, a média semanal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 309,54 (R$ 0,5383 por grama de amido, na balança hidrostática de 5 kg), ligeira queda de 0,08% frente à da semana anterior. Na média de agosto, as cotações recuaram 1,8% frente a julho, reflexo da demanda enfraquecida ao longo de todo o período – a moagem diminuiu 38% no acumulado do mês, a menor desde janeiro.
O senador Luis Carlos Heinze (Partido Progressista) afirma que o Brasil vive hoje uma “oportunidade única” em todas as áreas fundamentais para o crescimento do País. “Tenho visto um sinal extremamente positivo para o Agronegócio”, afirmou ele durante sua presença na 42ª edição da Expointer, que ocorre essa semana em Esteio (RS).
“Nunca havíamos conseguido aprovar uma reforma da Previdência Social como essa que fizemos agora. Esse ano também deve andar a reforma Tributária, que é muito importante para o Brasil. A reforma trabalhista também é importantíssima. Começou no governo anterior E vai avançar agora, como reajustes em normas que vão estimular a geração de novos empregos. Isso vai fazer com que o País ande para frente, porque não está andando ainda, pois são muitos obstáculos”, disse Heinz.
Segundo o senador, os avanços estão ocorrendo no governo do presidente Jair Bolsonaro porque o governo “permite que ocorram”. “O Ministério do Meio Ambiente agora está facilitando para que o Agronegócio possa trabalhar, e não está mais prejudicando. O governo Bolsonaro ainda está facilitando iniciativas na área da infraestrutura, agilizando licenças ambientais no Ibama para a instalação de usinas de geração de energia hidrelétrica”, revelou ele em entrevista ao Portal chinês Agropages.
“Também a ministra Tereza Cristina está mostrando ao mundo as questões do meio ambiente, que não está sendo destruído, como muitas ONGs (Organizações Não Governamentais) querem fazer o mundo acreditar. Eles têm interesses nisso, e nossos próprios concorrentes internacionais no Agronegócio também. O Brasil tem a maior agricultura tropical do planeta, e nossa ministra está mostrando ao mundo que é o país que mais preserva a natureza”, sustentou Heinze.
“Também estamos desmistificando a questão dos defensivos agrícolas. Temos a nova Lei dos defensivos agrícolas nos quais a atual ministra Tereza Cristina trabalhou quando era deputada federal, eu mesmo também já contribuí. É uma legislação que vai ser aprovada, juntamente com todas estas tantas outras mudanças importantes para a agricultura brasileira”, conclui.
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou nesta terça-feira (27) a eficiência do país em produzir alimentos e outros produtos agrícolas de forma sustentável. Ela participou do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura, no Anhembi, em São Paulo.
“O Brasil é uma grande potência de produção de alimentos, mas é também uma grande potência do meio ambiente. Nós damos sustentabilidade a tudo aquilo que nós produzimos. Não é porque poucos criam esses problemas, essas mazelas que hoje nós vemos que nós vamos esmorecer. Vamos continuar batalhando, trabalhando, produzindo com tecnologia e cada vez usando menos área”, ressaltou.
A ministra lembrou que o agronegócio já exporta para 160 nações, mas pode alcançar ainda mais espaço no mercado agrícola global, ampliando a venda para a China, por exemplo. Para isso, o caminho, segundo Tereza Cristina, é investir em inovação tecnológica para ofertar produtos com qualidade cada vez maior.
“O papel do Ministério da Agricultura é apoiar os empreendedores para que vocês tenham toda a tranquilidade e facilidade para alcançar esses países. E também dar garantia aos países que importam do Brasil de que os serviços sanitários garantem a qualidade dos produtos”, afirmou, destacando os recentes acordos do Mercosul com a União Europeia e com a Efta como novas oportunidades para o agronegócio brasileiro.
De acordo com a ministra, estão em negociação acordos com Canadá, Singapura, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Tereza Cristina ressaltou ainda a força do setor de aves e suínos, que emprega mais de 2 milhões de pessoas em toda a cadeia produtiva (agroindústrias, granjas e frigoríficos) e a principal fonte de renda de 150 mil famílias.
Em 2018, a produção de frango chegou a 13 milhões de toneladas. O consumo anual no Brasil chega a 41 quilos per capita. Cerca de 30% das aves foram para exportação.
Em relação aos suínos, a produção soma 4 milhões de toneladas, sendo 16% para o mercado externo. As exportações de aves e suínos renderam US$ 7,78 bilhões para a balança comercial, no ano passado.
No evento, a ministra foi homenageada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa) como umas das maiores defensoras do agronegócio. A placa foi entregue pelo presidente da associação, Francisco Turra.
Participaram do evento os governadores de São Paulo, do Rio Grande do Sul, do Paraná, do Espírito Santo, do Mato Grosso do Sul e de Minas Gerais, além de representantes dos produtores, de cooperativas, parlamentares e de delegações internacionais.
A estiagem tem atingido todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, prejudicando fortemente o avanço dos trabalhos no campo, especialmente a colheita, que foi interrompida por uma parcela significativa de produtores, diminuindo a oferta. Ao mesmo tempo, parte das indústrias de fécula e de farinha continuou com baixa produção. Entre 19 e 23 de agosto, mais firmas deixaram de moer, mantendo a pressão sobre as cotações.
Nesse cenário, o preço médio nominal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia nesta semana foi de R$ 309,81 (R$ 0,5388 por grama de amido), 0,5% abaixo da média do período anterior. Na comparação com igual período do ano passado, a queda é de 30%, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho/2019).
A colheira da mandioca apresenta atraso na colheira considerando anos anteriores, isso devido ao rendimento inferior ao esperado para este período. Mesmo assim, o mercado apresenta oferta de raiz que teve um aumento de 118,7%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Apesar do mercado de mandioca apresentar números inferiores ao esperado para os meses anteriores, em Janeiro constatou-se que o número de fecularias sofreu um aumento.
Entre os dias 21 e 25/01, o valor média da mandioca sofreu um aumento de 1,1%, considerando a semana anterior, com uma média de R$ 359,95/t (R$ 0,6260/g na balança hidrostática de 5 kg). Com base em informações extraídas do CEPEA, agentes da indústria têm recorrido pela compra de raízes no mercado spot*. Destaca-se que a diferença entre os valores regionais são altos.
*Mercado spot: Entrega da mercadoria imediata com pagamento à vista.
Fonte: CEPEA
Procurando maquinário para o segmento de Mandioca?!
Evento destaque no cenário brasileiro e um dos mais importantes do mundo no segmento da mandioca, a FIMAN 2018 contou com mais de 5.000 visitantes e 100 expositores de 30 países. Com estande próprio, recebemos nos três dias de feira, clientes, parceiros, fornecedores do mercado nacional e internacional, além das delegações da China, Tailândia, República da Guiné, Serra Leoa, Luanda, Costa do Marfim, Colômbia, Nigéria, Estados Unidos, África, Senegal, Paraguai e Nicarágua, entre outras.
[email protected]VMAQ participa da feira FIMAN e supera suas expectativas
Uma Feira, várias oportunidades para o Brasil e o mundo.
Polo da maior região produtora de mandioca para fins industriais do Brasil, a cidade de Paranavaí, no Noroeste do Paraná, sediará de 20 a 22 de novembro a Feira Internacional da Mandioca (FIMAN 2018), no Parque Internacional de Exposições Costa e Silva. Em sua segunda edição, o evento reunirá representantes de toda a cadeia produtiva e de consumo, em um ambiente propício para a promoção de negócios entre as empresas do setor, especialmente as indústrias de transformação, seus fornecedores e clientes.
[email protected]FIMAN 2018 – Feira Internacional da Mandioca em Paranavaí/PR
A cidade de Belém sediará no próximo ano o XVII Congresso Brasileiro de Mandioca, que acontecerá de 12 e 16 de março de 2018. O Congresso é uma realização do Governo do Estado do Pará e a Corporación Clayuca – organização responsável por promover a inovação tecnológica e o desenvolvimento competitivo da cultura da mandioca em países tropicais. Paralelamente ao CBM ocorrerá II Congresso Latino-Americano e Caribenho de Mandioca.
[email protected]Abertas as inscrições para o XVII Congresso Brasileiro de Mandioca
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