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AGRONEGÓCIO: PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL DEIXA OS EFEITOS DA PANDEMIA PARA TRÁS E CRESCE 1,9% ENTRE MAIO E JUNHO.

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De acordo com o site Broadcast Agro,

A produção agroindustrial no Brasil cresceu 1,9% entre maio e junho, apontou o Centro de Estudos do Agronegócio (FGV Agro), em nota. Segundo o levantamento, consolidado no Índice de Produção Industrial do Agronegócio (PIMAgro), este foi o segundo mês consecutivo de expansão do setor, “deixando claro que o fundo do poço da agroindústria realmente ficou em abril”.

O crescimento ocorreu tanto em Produtos Alimentícios e Bebidas (0,8%) quanto em Produtos Não-Alimentícios (4,1%). “Para os Produtos Alimentícios e Bebidas, o mês de junho não foi superior apenas ao mês de maio, e apresentou um volume de produção maior do que no mês de junho do ano passado”, diz o FGV Agro. “Ou seja, para esse segmento, os impactos negativos da pandemia já ficaram para trás.”

O centro de estudos aponta ainda que, de forma agregada, apesar de todas as turbulências, Produtos Alimentícios e Bebidas fecharam o 1.º semestre em campo positivo (leve expansão de 0,2%). “Por trás dessa trajetória de recuperação, merece destaque a contribuição dos programas de transferência de renda, como o auxílio emergencial, e o bom desempenho das exportações de Alimentos e Bebidas.”

Com isso, o FGV Agro reviu para cima as projeções para 2020, reduzindo a contração da Agroindústria de -7,0% para -4,2%.

Fonte: Broadcast Agro

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Uma nova variedade de mandioca é capaz de produzir 51% a mais de amido.

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Uma nova variedade de mandioca é capaz de produzir, já no primeiro ciclo, 45% a mais de raízes e 51% a mais de amido. Esse é o desempenho registrado nos experimentos da BRS 420 comparando às cultivares usadas no centro-sul do País, região para a qual a nova raiz foi projetada.

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MANDIOCA: EM ALTA Á OITO SEMANAS, PREÇO DA RAIZ ATINGE MAIOR PATAMAR EM UM ANO.

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Os preços da raiz de mandioca estão em alta há oito semanas consecutivas, atingindo, na semana passada, o maior patamar em 12 meses. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, esse cenário é resultado da baixa oferta do produto na maior parte das regiões levantadas pela Equipe.

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14 de Outubro- Dia Nacional da Pecuária.

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O Dia Nacional da Pecuária é comemorado anualmente em 14 de outubro. Esta é uma data muito importante, pois esta essa atividade é bastante expressiva para o Brasil, já que traz desenvolvimento ao nosso país, expande mercados e é responsável pelo alimento saudável de cada dia, além de muitos outros produtos que vem se desenvolvendo ao longo do tempo, como a produção de produtos para o vestuário.

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MANDIOCA: CHUVAS NAS REGIÕES PRODUTORAS POSSIBILITAM RETOMADA DE TRABALHOS DE CAMPO

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O bom volume de chuvas na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea possibilitou uma retomada dos trabalhos no campo. A maioria dos agricultores priorizou as atividades relacionadas ao plantio, que segue atrasado, em detrimento da colheita, especialmente porque consideram a rentabilidade da mandiocultura desfavorável, devido à pressão sobre as cotações e às sucessivas quedas no teor de amido. Na expectativa de aumento na oferta após as precipitações, parte das empresas que estava com as atividades de moagem interrompidas retomou o processamento, resultando em ligeira melhora na demanda. Com maior interesse comprador, os preços subiram nesta semana na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Entre 23 e 27 de setembro, a cotação média semanal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 287,13 (R$ 0,4994 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), leve aumento de 0,04% frente ao valor médio da semana anterior.

Fonte: Cepea

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MANDIOCA: Confirmado 1º caso de nova doença da mandioca

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Imagem Crédito: Embrapa

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) registrou no Brasil o primeiro caso da doença Queima-do-fio da mandioca no mundo. Análises moleculares e biológicas identificaram o fungo Rhizoctonia solani AG-1 IA, que ataca a parte aérea da planta, em lavouras no município de Mâncio Lima, na região do Juruá, maior polo produtor de mandioca do estado do Acre

A descoberta foi publicada na revista Australasian Plant Disease, sendo divulgada pelo Portal chinês Agropages. Com essa identificação, coordenada pelo pesquisador da Embrapa Acre Amauri Siviero, é possível avançar nas pesquisas para o melhoramento genético da cultura e recomendação de medidas eficazes de controle da doença.

“Em expedições a campo verificamos que cerca de 10% das plantas dos roçados apresentavam características de queima nas folhagens. A partir de amostras de materiais infectados, coletados em diferentes cultivos, realizamos testes de patogenicidade para caracterização e reprodução dos sintomas da doença em laboratório. Com base no material isolado, foram feitas análises moleculares e biológicas para identificação do fungo (patógeno). Os resultados nos permitiram concluir que essa doença nunca foi relatada na cultura da mandioca em nenhum país”, destaca Siviero.

No Brasil, o fungo Rhizoctonia solani AG-1 IA já foi identificado atacando culturas como o feijão, café, arroz, batata, soja, milho e seringueira, entre outras, sempre associado à queima e apodrecimento de determinada parte da planta (raízes, folhas e sementes). A sua principal forma de disseminação é pela ação do vento.

“A Queima-do-fio da mandioca provoca a necrose de ramos e folhas que escurecem, secam e adquirem aspecto de queimado, como se um lança-chamas tivesse passado pela lavoura. Os sintomas da doença evoluem rapidamente e as folhas lesionadas se desprendem do caule e ficam penduradas por um fio branco, que é o próprio corpo do fungo”, explica Siviero.

“Devido à predominância de surtos situados ao lado de extensões florestais, acreditamos que o fungo pode ter migrado de plantas hospedeiras, do interior da mata, para as lavouras. Outra hipótese é que esse patógeno tenha sofrido um processo de especialização como parte do processo natural de evolução para se adaptar a novos hospedeiros”, analisa o cientista.
Fonte: Agrolink

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MANDIOCA: Média semanal atinge o menor patamar desde junho de 2016

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O valor médio semanal da tonelada de mandioca posta fecularia registrado entre 16 e 20 de setembro, de R$ 287,00 (R$ 0,4991 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg) foi o menor, em termos nominais, desde junho de 2016 e 3% inferior ao da semana anterior. Essa foi também a nona queda semanal consecutiva dos valores. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário reflete a demanda enfraquecida pela matéria-prima, visto que grande parte das fecularias segue restringindo a moagem, enquanto outras continuam com as atividades interrompidas. Do lado produtor, os trabalhos de campo, principalmente a colheita, foram limitados pela estiagem em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea – apenas o plantio (e/ou replantio), que está atrasado, ocorreu em alguns dias.


Fonte: Cepea

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MANDIOCA : Demanda enfraquecida pressiona cotações!

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Os preços da mandioca recuaram na semana passada, de acordo com informações do Cepea. Parte das empresas limitou a moagem nesta semana, devido à fraca demanda industrial – algumas até interromperam o processamento, diante dos atuais níveis de estoques, que são considerados altos. Entre 9 e 13 de setembro, a média a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 295,90 (R$ 0,5146 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), baixa de 1,7% em comparação com o preço médio da semana anterior. Em quatro semanas, também segundo dados do Cepea, a queda é de 4,5%.

Fonte: Cepea

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FARINHAS: Missão chilena no Brasil busca habilitar setor de farinhas

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Começou nesta segunda-feira (02/09) e vai até o dia 17 de setembro a Missão Chilena que está visitando as indústrias brasileiras de farinhas e gorduras de origem animal.

A Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), junto com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Servicio Agrícola y Ganadero (SAG) do Chile, organizou e acompanha a Missão que tem como objetivo renovar ou habilitar estabelecimentos de farinhas e produtos gordurosos de origem animal para exportar para o Chile.

Serão visitadas indústrias de reciclagem animal nos estados do  Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso.  Dois roteiros definidos.  O gestor de Mercado Interno Marcell Porto e Castro vai acompanhar o  Médico Veterinário Henrik Merino  -SAG/Chile. Já o gestor de Mercado Externo   Juliano Hoffmann acompanha o trabalho da Médica Veterinária Minda Sánchez- SAG/Chile.  

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento recebeu a missão em Brasília.  A reunião inicial foi com a equipe do DIPOA coordenada pelo Chefe da divisão de auditorias internacionais/ DIPOA  Fábio Coelho.
Fonte: Agrolink

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MANDIOCA: APESAR DA OFERTA REDUZIDA, PREÇO MÉDIO RECUA 1,8% EM AGOSTO

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Os preços da mandioca vêm apresentando comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo colaboradores, nas praças com maior concentração industrial e naquelas que precisam se abastecer em áreas mais distantes, as cotações subiram levemente, enquanto que nas regiões com maior estoque e consequentemente menor demanda, os valores recuaram. De 26 a 30 de agosto, a média semanal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 309,54 (R$ 0,5383 por grama de amido, na balança hidrostática de 5 kg), ligeira queda de 0,08% frente à da semana anterior. Na média de agosto, as cotações recuaram 1,8% frente a julho, reflexo da demanda enfraquecida ao longo de todo o período – a moagem diminuiu 38% no acumulado do mês, a menor desde janeiro.

Fonte: Cepea

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