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Conheça as características físicas, químicas e microbiológicas do Polvilho Azedo

O polvilho azedo é ainda um produto artesanal, mesmo quando fabricado em fecularias modernas, apresentando grande heterogeneidade de qualidade. Com uma fermentação natural de duração variável, é de esperar que o polvilho azedo comercial apresente uma grande variabilidade em suas características físico-químicas e microbianas. As Tabelas 1 e 2 apresentam, respectivamente, os resultados de análises realizadas em amostras colhidas diretamente nas indústrias quanto as características físico-químicas e microbiológicas.

Segundo a legislação brasileira, o polvilho azedo é o produto amiláceo acidificado da mandioca. Tradicionalmente, o produto é produzido por
fermentação e seco ao sol. A legislação brasileira, através das Normas para Alimentos e Bebidas, diferencia a fécula (polvilho doce) do polvilho azedo apenas pelo teor de acidez, sem levar em consideração sua principal característica, que é a expansão sem necessidade de fermento químico ou biológico.

Os principais limites físico-químicos para o polvilho azedo incluem:

• Umidade % p/p: máxima de 14,00
• Amido % p/p: mínimo de 80,00
• Cinzas % p/p: máximo de 0,5
• Acidez expressa mL. NaOH N/100g % p/p: máxima de 5,00

Os principais limites microbiológicos para o polvilho azedo incluem:
• Contagem total em placas: menor ou igual a 5. 104 /g
• Bactérias coliformes fecais: 0 em 1g
• Clostridium sulfito redutores (44°C): máximo 2. 10/g
• Staphylococcus aureus: ausente em 0,1g
• Bolores e leveduras: máximo 10³ /g
• Salmonelas: ausente em 25g

Uma das principais características do polvilho azedo é sua acidez, considerada por muitos como um critério
de qualidade. Semelhante ao picles, o ácido lático é o principal responsável pela acidez elevada, seguido do ácido acético, também encontrado no vinagre, e do ácido butírico, responsável pelo aroma de queijos e manteiga. A principal propriedade do polvilho azedo é a expansão.

Fonte: Aditivos Ingredientes.

 

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Ambev lança ‘Esmera de Goiás’, nova cerveja regional de mandioca

A Ambev apresentou à imprensa o novo rótulo regional, já disponível no mercado local: a cerveja Esmera. Elaborada para brindar o que há de melhor do povo goiano, a nova cerveja leva mandioca em sua composição e foi inspirada na identidade, costumes e tradições do povo de Goiás. O governador Ronaldo Caiado participou do evento.

Classificada pela companhia como uma bebida saborosa e refrescante, a Esmera de Goiás exalta a cultura goiana e contribui para o desenvolvimento do estado. A novidade promete aliviar os dias mais quentes e embalar boas conversas nos bares da capital e do interior. O produto já está disponível nos principais bares e mercados de Goiás.

“Esmera é uma adaptação de esmero, palavra que significa cuidado, capricho, perfeito. É com este sentimento que servimos a este povo forte e alegre um produto feito por goianos e para goianos”, destaca o gerente de marketing da Esmera, Leandro Thot. O nome escolhido reflete a garra do goiano, que trabalha com dedicação para alcançar suas conquistas. Também faz referência à esmeralda – riqueza típica do Cerrado goiano e a cor das águas das cachoeiras da região da Chapada.

 

O rótulo leva tons de verde e dourado, elementos que remetem à riqueza da região, especialmente por valorizar a cultura e impulsionar a economia de locais que preservam a história, a exemplo da comunidade quilombola Kalunga, em Cavalcante. A logomarca destaca ainda as belezas naturais através das águas da cachoeira de Santa Bárbara, na Chapada dos Veadeiros.
Com o lançamento, a nova cerveja busca presentear os consumidores goianos com uma nova opção que exalta a diversidade goiana por meio de uma cerveja exclusiva. “Goiás é um mercado importante para a Cervejaria Ambev. Após tantos anos de presença no estado, acreditamos que este é um ótimo momento para presentear a região com uma cerveja de excelente qualidade, feita em Goiás, com ingredientes locais e exclusiva para o goiano”, assinala Guilherme Machado, diretor comercial da Ambev na região Centro Oeste.

Agricultura Familiar

A Ambev adquire toda a matéria-prima diretamente de pequenos produtores de mandioca em oito municípios goianos: Cavalcante, Flores de Goiás, Posse, Buritinópolis, Itaberaí, Niquelândia, Novo Mundo e Colinas do Sul – esta é uma forma da companhia valorizar a agricultura familiar e a economia local.

“A Esmera tem um papel social importante, ao desenvolver uma cadeia produtiva da região e movimentar significativamente a microeconomia das áreas de plantio”, pontua Ricardo Melo, vice-presidente de Relações Institucionais da Ambev.

O processo produtivo acontece na Cervejaria de Anápolis, com mandioca cultivada no cerrado goiano, na região de Cavalcante – Chapada dos Veadeiros, o que torna esta cerveja ainda mais especial, pois é feita por goianos e para goianos. A Cervejaria Ambev já adquiriu 234 toneladas de mandioca produzida pela agricultura familiar. A expectativa é que até 2021 este número chegue a 3 mil toneladas.

Além de garantir a compra de toda a produção, nesta primeira etapa, o projeto está impactando diretamente 352 pessoas da cadeia produtiva da Esmera, gerando novas oportunidades de negócios para a agricultura familiar, para o setor cervejeiro e para o mercado de bares e restaurantes. Até 2025, aproximadamente 2.500 pessoas ligadas à agricultura familiar nesta região serão diretamente impactadas.

De acordo com a Ambev, a Esmera passa por rígidos critérios de controle e qualidade. A comercialização da bebida será realizada exclusivamente em Goiás. Neste primeiro momento a nova cerveja estará disponível em garrafas retornáveis de 600 ml e, a partir de 2021, em latas de 350 ml.

Fonte: Revista Factual.

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O Polvilho Azedo

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. É considerado um amido modificado por oxidação. Graças a esta modificação, adquire a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. Essa expansão permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pão de queijo.

A ORIGEM DO POLVILHO

A fécula da mandioca recebe também a denominação de polvilho. O polvilho azedo é um tipo de fécula de mandioca modificado por processo de fermentação e secagem solar, apresentando características bem diversas do polvilho doce. O polvilho azedo é um produto regional e embora de preparo artesanal,
a sua produção já era grande em 1978, nos Estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, onde é fabricado por um grande número de indústrias rurais de pequeno porte.

Devido à necessidade de diversificação da produção das fecularias, o polvilho azedo se oferece como uma alternativa de baixo custo à produção de amidos modificados. Frente à crise das empresas de farinha, muitas indústrias aspiram a uma conversão da planta de processamento para produção de polvilho. Essa solução tem a vantagem de aproveitar parte da estrutura da farinheira e de não exigir investimentos muito elevados. Isso está atraindo cada vez mais empresários para a produção de polvilho azedo. A procura de polvilho azedo é grande por parte do consumidor, principalmente para ser utilizado em produtos de confeitaria na forma de biscoitos, sequilhos, pão de queijo, bolos, etc.

 

Além desses produtos, o polvilho azedo é também muito utilizado como revestimento em amendoim japonês. É insubstituível no preparo de biscoito salgado, que se caracteriza por ser um produto muito leve e volumoso, resultado da expansão do polvilho azedo ao forno. O polvilho azedo é um amido modificado com temperatura de gelificação inferior a fécula de mandioca nativa, o que explica a possibilidade de gelificação do amido pelo processo de escaldamento. O amido gelificado ajuda a reter CO2 e expande a massa.

Para que o polvilho azedo possa ocupar um espaço maior no mercado, dois pontos são da maior importância: a uniformização da qualidade, com destaque para a propriedade de expansão,
e a melhora na higiene da produção.

Fonte: Aditivos Ingredientes.

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Máquinas agrícolas: comprar ou alugar?

Comprar ou alugar máquinas agrícolas? Na hora de aumentar a produção do seu agronegócio, essa passa a ser uma das principais dúvidas do produtor rural.

Não existe uma resposta simples e universal para essa pergunta, pois ela depende de muitos fatores no momento de otimizar os processos e atingir resultados melhores.

Cada caso é um caso. Portanto, para tomar uma boa decisão, é preciso conhecer os custos operacionais das máquinas.

Além disso, saber o tamanho da sua propriedade, o quanto as máquinas serão utilizadas, entre outras informações.

Para saber como tomar essa decisão com mais conhecimento, continue acompanhando esse artigo.

Comprar ou alugar: fatores para levar em consideração

Como já ficou claro, não existe uma resposta simples para essa pergunta.

Até 2014, no auge da crise econômica, a compra de máquinas agrícolas era muito difícil para a maioria dos produtores rurais, devido à restrição de crédito. Dessa forma, alugar máquinas agrícolas era sempre uma boa opção.

Aliás, com a crise sendo deixada para trás fica a questão: é melhor comprar máquinas agrícolas ou o aluguel é ainda uma boa opção?

Dessa forma, para te ajudar a tomar uma decisão que mais se encaixa nas suas necessidades, vamos apresentar alguns fatores que você deve levar em consideração ao decidir comprar ou alugar máquinas agrícolas.

Pense nas necessidades da sua lavoura

Primeiramente, você deve perguntar: “o que eu preciso que essa máquina agrícola me ofereça?”.

É só levando em conta a cultura e as condições da sua plantação que você poderá tomar a melhor decisão para o seu negócio.

Faça uma análise financeira

Uma análise financeira sincera do seu negócio é outro fator importante. Como está a condição financeira atual? As perspectivas futuras são positivas?

Você possui o dinheiro necessário para fazer uma compra de grande valor? Existe a possibilidade d

e adquirir uma linha de crédito para comprar máquinas agrícolas?

Desse modo, caso esteja pensando em financiar, tenha a certeza de que será capaz de arcar

com essa responsabilidade a médio ou longo prazo.

Embora o aluguel das máquinas agrícolas possa representar um gasto recorrente do produtor, o investimento inicial é mais baixo.

Por isso, no caso de não poder pagar à vista ou se comprometer com um financiamento, essa pode ser a melhor opção.

Frequência de uso das máquinas agrícolas

Outro fator para se levar em consideração ao comprar ou alugar máquinas agrícolas é a frequência desse maquinário.

Em alguns setores onde o maquinário será utilizado por menos tempo durante o ano. Dessa forma, o aluguel é mais vantajoso. Isso porque, assim, é possível destinar o capital para outras áreas da lavoura, como aumentar o plantio ou arrendar mais terra.

Custos operacionais das máquinas

Aliás, um fator importante é o cálculo dos custos operacionais das máquinas.

Ele é feito obtendo o somatório do custo de aquisição e de todos os custos de operação da máquina, divididos entre custos fixos e custos variáveis.

Custos fixos:

  • Depreciação
  • Juros do financiamento ou empréstimo, se houver
  • Abrigo
  • Seguro
  • Impostos

Custos variáveis:

  • Combustível
  • Lubrificantes
  • Manutenção
  • Mão de obra

Somando todos esses custos, deve-se obter então o chamado “custo total”.

Dessa maneira, deve-se seguir a seguinte fórmula: dividir o valor dos custos fixos anuais pelo somatório do preço médio da hora trabalhada com os custos variáveis anuais.

Assim, se obtém o valor do chamado “ponto de equilíbrio”.

Ponto de equilíbrio = Custos Fixos Anuais / Valor médio da hora trabalhada + custos variáveis anuais

Desse modo, suponhamos que o valor do ponto de equilíbrio seja 1000. Isso significa que se, em um ano, a máquina agrícola for ser usada por mais do que 1000 horas, a sua aquisição vale a pena.

Portanto, caso seja menor que 1000, é mais vantajoso que seja alugada.

Comprar máquinas agrícolas: vantagens e desvantagens

Agora que você já entendeu melhor quais são os fatores que devem influenciar nessa decisão, confira algumas vantagens e desvantagens de optar por comprar máquinas agrícolas.

Vantagens de comprar máquinas agrícolas

  • As máquinas agrícolas próprias estarão sempre disponíveis. Portanto, não vai depender de terceiros para realizar o trabalho;
  • O maquinário adquirido torna-se um ativo da sua empresa. Dessa maneira, pois o dinheiro gasto pode ser recuperado no futuro vendendo o equipamento;
  • O investimento é alto, mas não precisa ser feito à vista. Há opções de financiamento e crédito especiais para o produtor rural que podem ser muito vantajosas em alguns casos;
  • Você pode contar com a garantia do fabricante pelos primeiros anos de uso;
  • Há a opção de adquirir uma máquina agrícola usada também. Dessa forma, diminui o investimento e mantém as vantagens de comprar ao invés de alugar.

Desvantagens de comprar máquinas agrícolas

  • É uma opção menos flexível. Portanto, se as necessidades da lavoura mudarem, você estará “preso” àquela máquina que foi adquirida. Vendê-la e comprar outra é um processo mais lento do que simplesmente mudar o equipamento que irá alugar;
  • Após o vencimento da garantia, quaisquer problemas mecânicos e de manutenção gerarão custos ao produtor;
  • O investimento é alto, e pode ser inviável para produtores menores.

Alugar máquinas agrícolas: vantagens e desvantagens

Assim como a compra de máquinas agrícolas, o aluguel também oferece prós e contras, que devem ser considerados antes de tomar a decisão.

A locação já é comum em países como Estados Unidos e Argentina. No Brasil, está mais presente no Sudeste, por ser mais disseminada entre os produtores de cana-de-açúcar.

Em alguns casos, em que as máquinas têm valor de mercado acima de R$ 2 milhões, pode ser uma alternativa para agricultores que precisam aumentar a eficiência de operações de campo, mas não têm capital para investir na renovação da frota.

Confira as vantagens e desvantagens:

Vantagens de alugar máquinas agrícolas:

  • Traz mais flexibilidade ao produtor. Ele pode aumentar a quantidade de máquinas agrícolas, sem um grande comprometimento financeiro;
  • Há uma grande quantidade de maquinas disponíveis para locação. Então, garante que o produtor encontre o que atende exatamente à sua necessidade;
  • Pode contar com ajuda da empresa locadora em relação à manutenção e o processo produtivo da máquina;

O investimento é menor. Assim, o seu dinheiro poderá ser aplicado em outras áreas da lavoura.

Desvantagens de alugar máquinas agrícolas:

  • No caso de compra, é possível vender o equipamento usado e recuperar parte do dinheiro investido. Entretanto, no aluguel, o valor que foi investido não retornará de nenhuma forma no futuro;
  • Você dependerá de terceiros para realizar o trabalho, e o prazo de disponibilidade do equipamento pode não ser o que você gostaria, especialmente em épocas de alta procura.

Portanto, com esse artigo esperamos ter apresentado os “prós e contras” na hora de decidir se pretende comprar ou alugar máquinas agrícolas.

Sabemos que hoje o setor ainda está em fase de recuperação, após anos de crise econômica. Para muitos especialistas, o momento ainda é de cautela. Portanto, a locação seria a melhor saída.

Mas, como dissemos, cada caso é um caso. Cabe a você, produtor rural, analisar os fatores apresentados acima e tomar uma decisão: comprar ou alugar!

Fonte: MF Rural

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Embrapa desenvolve nova variedade de mandioca com maior produtividade

Com possibilidade de produzir, já no primeiro ciclo, 45% a mais de raízes e 51% a mais de amido, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) lançou uma nova variedade de mandioca: a BRS 420.

A variedade é adaptada ao plantio direto, prática em expansão na região Centro-Sul que concentra 80% da produção brasileira de fécula de mandioca, o amido extraído da raiz.

A BRS 420 chegou a ultrapassar a produção de 60 toneladas por hectare, nos experimentos da Embrapa. Em pequenas áreas de produtores, ela tem superado 50 toneladas por hectare no primeiro ciclo.

De acordo com o pesquisador Marco Antonio Rangel, a variedade apresenta excelente comportamento produtivo tanto em colheitas precoces (de 10 a 12 meses após o plantio) quanto tardias (até 24 meses), o que permite flexibilidade de colheita e amplia a janela de comercialização.

Segundo ele, a variedade também é muito adaptada à mecanização. Através de um protótipo de máquina colhedora apresentou melhor rendimento de colheita, com perdas bem inferiores à colheita manual. Dessa forma, quando esse equipamento se tornar realidade, a nova variedade de mandioca já estará mais adaptada.

A Emprapa informa ainda que outra característica dessa nova variedade é a rápida cobertura do solo, o que ajuda no manejo das ervas daninhas. Por ser um material precoce, tem um crescimento muito rápido e vigoroso, reduzindo consideravelmente a necessidade de capina.

Alto teor de amido

Testes realizados em fecularias revelaram que a nova variedade tem aptidão para uso industrial, uma vez que suas raízes apresentam fácil descascamento e amido de alta qualidade.

Os experimentos apontaram superioridade da BRS 420 em comparação às principais cultivares atualmente utilizadas na região, no que se refere à produtividade de amido: 51,5% a mais no primeiro ciclo e 46,6% no segundo.

Outra característica importante é a facilidade de arranquio, em função da disposição horizontal de suas raízes.

Resistência a doenças

Com relação às principais doenças e pragas, a BRS 420 apresenta boa resistência à bacteriose, super alongamento e antracnose, podendo até apresentar alguns sintomas, mas  sem causar danos.

Os técnicos da Embrapa constataram ainda que a nova variedade de mandioca é resistente à mosca branca (causou sérios prejuízos às lavouras no ano passado) e também à podridão radicular (pode até aparecer, mas não atinge o pé inteiro e como tem uma produtividade maior, isso compensa o problema).

Avaliação

Os produtores que foram parceiros da Embrapa no plantio afirmam que os resultados foram positivos.

É o caso de Victor Vendramin, da cidade de Paranavaí (PR), segundo ele, logo no primeiro ciclo, o desempenho é bem melhor comparado com as variedades tradicionais no que diz respeito a produtividade e acúmulo de amido por hectare.

Victor Vendramin disse que enquanto a maior parte das variedades tem uma produtividade média de 18 toneladas por hectare (até 12 meses após o plantio), a BRS 420 chegou a atingir  37 toneladas por hectare.

Onde encontrar?

Os produtores rurais interessados em conhecer mais detalhes dessa nova variedade, clique aqui.

Fonte: MF Rural

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Razões para investir em drones para a gestão de fazendas

Os drones estão cada vez mais presentes na rotina do campo e a tecnologia que eles trazem para as lavouras vem recheada de vantagens e economia.

O futuro da agricultura já está acontecendo e os drones são parte importante desse processo, vamos entender melhor como eles funcionam?

O que são drones? 

Uma tecnologia de origem militar que hoje é amplamente difundida em diversas áreas de atuação, drone é uma palavra de origem inglesa que pode ser traduzida literalmente como ‘zangão’.

Os drones são pequenos veículos aéreos não tripulados que são controlados remotamente, por celular, controle ou tablet e podem ter as mais diversas funções, geralmente suas aplicações estão associadas a tarefas perigosas ou inviáveis para o ser humano.

Os drones podem carregar pequenas cargas, câmeras, sensores e tantas outras coisas, tudo depende do objetivo.

Na agricultura de precisão eles são usados para irrigar, monitorar, demarcar lavouras e muito mais.

Qual a diferença entre drones e VANTs?

Na prática, a diferença fica na nomenclatura e, principalmente, no fim para o qual o equipamento é utilizado. A legislação brasileira entende drones como equipamentos de uso estritamente recreativo, enquanto os VANTs (ou Veículos Aéreos Não Tripulados), são regulamentados para uso profissional e exigem uma ‘carga útil embarcada’ que são as câmeras, sensores, produtos, entre outros.

 

Na agricultura de precisão, os drones podem ser usados para:

1. Demarcar as áreas de plantio

Ideal para proporcionar uma visão clara e ampla, os drones são usados para demarcar as áreas que receberão o plantio, ajudando a selecionar as melhores áreas bem como estabelecer seus limites.

2. Detectar o número de plantas em determinada área

Com o objetivo de analisar a eficiência do plantio e inquirir acerca da produtividade da safra, é possível usar o drone para sobrevoar a lavoura coletando imagens de toda sua extensão. Depois, em um programa de computador específico para esse fim, as imagens são compiladas e você tem como resultado o número de plantas existentes naquela área.

3. Acompanhamento da irrigação

Um problema no sistema de irrigação pode comprometer a produtividade de uma lavoura, porém, quanto

mais as plantas crescem, mais o monitoramento de todos os pontos se torna difícil. Nesse sentido, o drone pode ajudar sobrevoando a área e acompanhando o funcionamento do sistema de irrigação bem como o desenvolvimento e saúde da planta.

4. Gestão de áreas de difícil acesso

Nem todas as áreas da lavoura podem ser facilmente acessadas, especialmente depois de plantadas, os drones podem ajudar na gestão dessas áreas de acesso mais restrito, funcionando como os olhos do dono onde a vista já não alcança.

Nesse sentido, é possível monitorar situações como: desenvolvimento das plantas, falhas no plantio, incidência de pragas, desmatamento, queimadas, nascentes e áreas de rio e assim por diante.

5. Monitoramento de pragas, doenças e daninhas

Os drones também podem ser usados para monitorar o desenvolvimento da lavoura e verificar a incidência de pragas, doenças e daninhas que podem atrapalhar o desenvolvimento da lavoura.

Quais as vantagens do uso de drones na agricultura?

Em uma analogia didática, podemos dizer que os drones podem ser comparados ao uso de uma ferramenta de precisão. Eles ajudam o produtor a economizar em tempo, dinheiro e ainda são potencializadores de safras mais limpas e produtivas.

Os resultados são mais rápidos, visto que com o auxílio dos drones as ações de controle ou prevenção acontecem mais rápido.

Os drones já são uma realidade na vida de inúmeras propriedades rurais e podem fazer toda diferença na produtividade da safra.

Fonte: Netword Agro 

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As vantagens do Marketing Digital para o agronegócio

Vivemos em um mundo globalizado em que as informações fluem com muito mais velocidade e com a possibilidade de acesso móvel mais utilizada como nunca. Para isso, o agronegócio vem criando ferramentas para conseguir se consolidar ainda mais no atual cenário econômico. O marketing digital conduz ao contato real entre quem vende e quem compra.

Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) divulgou pesquisa mostrando que a internet já faz parte do dia a dia no campo. Segundo os dados, desde 2013 houve um aumento de 48% no uso de dispositivos móveis por agricultores rurais – em 2013, 13% utilizavam a tecnologia, já em 2017 o número atingiu 61%. Desse último número, 96% possuíam pelo menos uma conta em uma rede social. E três delas eram mais utilizadas: Whatsapp (96%), Facebook (67%) e Youtube (24%).

IMPORTÂNCIA DO MARKETING DIGITAL NO AGRONEGÓCIO

O fato é que o perfil do homem do campo está mudando e a tecnologia, que já tinha um papel importante na produção de equipamentos agrícolas, vem ganhando cada vez mais espaço. Os produtores estão percebendo que a internet é uma aliada na tomada de decisão e pode ser utilizada para encontrar fornecedores, acompanhar informações sobre o clima e o mercado, bem como consumir notícias sobre o assunto.

Portanto, a empresa que atende esse público e se coloca presente no mundo digital, disponibilizando informações e outros conteúdos relevantes, tem vantagem no mercado. Além disso, o meio on-line proporciona uma comunicação mais ativa e pessoal com o cliente, possibilitando interação e engajamento daqueles que seguem a marca.

Nesse sentido, o posicionamento da marca também está entre os benefícios de investir no marketing digital, isso porque o consumidor costuma optar por uma solução que está no seu imaginário e que tem valores parecidos com os dele.

REDES SOCIAIS

A facilidade de propagação das informações nas redes sociais e o relacionamento com a audiência que mistura interação, conteúdo e atendimento ao cliente, faz das redes sociais uma mídia completa e eficiente. Entre os produtores do agronegócio, o Facebook e o Instagram aparecem entre as opções mais utilizadas. Por isso, apostar nas ferramentas dessas redes pode aumentar significativamente os resultados da empresa.

Além de divulgar produtos e mostrar as vantagens de cada um deles, vale pensar em ações que engajem. Uma dica é criar uma espécie de concurso fazendo com que os produtores enviem fotos bonitas da propriedade ou da plantação, divulgando os que tiverem mais curtidas. Assim ganha-se um conteúdo produzido pela própria audiência e promove um relacionamento mais próximo de quem segue a marca.

Ainda pouco utilizado pelas marcas, mas também com um grande potencial, está o WhatsApp. Esse canal de relacionamento é muito importante para o público entrar em contato e obter uma resposta rápida. Dependendo do segmento, dá para explorar ainda mais esse aplicativo.

CONTEÚDO

O agronegócio está em constante transformação, são novidades diárias em pesquisa e mercado. Além disso, o produtor está sempre em busca de informações sobre esses assuntos e recorre à internet para encontrar o que precisa. Sendo assim, se envolver com a produção de conteúdo relevante que desperte a atenção do produtor e de pessoas que compram sua solução, atrai mais possíveis clientes para site/blog.

No entanto, é importante trabalhar uma estratégia com o objetivo de converter esses interessados em oportunidades de negócio. Por isso, traçar um planejamento completo que gere visita e conversão é muito importante para fazer com que o conteúdo traga resultados.

Quanto ao conteúdo em si, busque trabalhar assuntos que provoquem interesse no seu futuro cliente. Se a empresa atende produtores de soja e milho, pode explorar assuntos como técnicas de manejo, época de plantio, variação do preço das commodities na bolsa de valores, controle de pragas e etc.

Outra boa estratégia, é adotar parcerias com engenheiros agrônomos ou outros profissionais da área para produzir conteúdos exclusivos, como vídeos e blog posts. Isso dá mais credibilidade para marca e para as informações que são publicadas.

Fonte: MF Rural

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Epagri orienta sobre a adubação da mandioca

A Epagri lançou uma publicação que orienta agricultores e técnicos sobre a adubação nas lavouras de mandioca. O “BT 189 – Manejo da fertilidade da mandioca: bases técnicas e manual do programa AdubaMANÍ-SC” traz informações técnicas e práticas para melhorar a fertilidade do solo e, consequentemente, elevar a produtividade dessa cultura.

A primeira parte da publicação trata sobre o manejo da fertilidade e traz um roteiro que ilustra o passo a passo para caracterizar e interpretar a fertilidade do solo, além de critérios que orientam o manejo da adubação nessa cultura.

A segunda parte do boletim é um manual para o uso do software “AdubaMANÍ-SC”, desenvolvido pela Epagri para quantificar as necessidades de fertilizantes e corretivos na lavoura. “Isso é feito com base na análise de solo e de forma tecnicamente adequada, ou seja, de modo equilibrado, eficiente, socialmente exequível e menos impactante ao ambiente”, informa a publicação. O programa está disponível para download no site da Epagri: https://docweb.epagri.sc.gov.br/pub/AdubaManiSC.exe

Mandioca em SC

Em Santa Catarina, a cultura da mandioca está presente em mais de 60 mil propriedades rurais. A mandioca de mesa, também chamada de “aipim”, é encontrada em todo o Estado, cultivada para o auto abastecimento das famílias, alimentação animal, venda in natura e processamento agroindustrial. Já a mandioca de indústria (“mandioca brava”) é fonte de matéria-prima para um importante setor agroindustrial do Estado, que se destaca principalmente pela produção de farinha, fécula, polvilho azedo natural e seus derivados.

No entanto, levantamentos recentes revelam que a produtividade média estadual de mandioca está na faixa de 17t/ha, enquanto a média de alguns países, principalmente os asiáticos, está em torno de 30t/ha. “Os resultados da pesquisa indicam que este objetivo é plenamente possível de ser atingido com os materiais genéticos disponíveis, porém são necessárias a indicação e a adoção de recomendações de manejo da fertilidade mais ousadas, rompendo com alguns paradigmas técnicos e culturais especificamente associados a esta cultura. Só assim será possível elevar a quantidade e a qualidade das raízes produzidas”, defendem os autores do boletim.

Fonte: Epagri

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Startup produz copos e embalagens biodegradáveis feitos de mandioca

O consumo sustentável está entre os três maiores fatores de decisão de compra para um terço dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Nielsen em 2019. Em uma sorveteria de São Paulo, as embalagens biodegradáveis chamam atenção de consumidores e reforçam essa tendência.

As embalagens são criação de uma startup paulista que utiliza para sua produção um ingrediente bem brasileiro: a mandioca.

“Tem vários motivos para a escolha desse ingrediente. O Brasil é um dos maiores produtores de mandioca do mundo. Normalmente, quem planta mandioca são pequenos agricultores. Tem uma questão social muito legal aí. Além disso, só ela consegue dar propriedades físico-químicas para fazer o nosso processo. Nenhum outro tipo de amido ia poder gerar isso pra gente”, explica o empresário Stelvio Mazza.

A fábrica usa na produção o amido ou a fécula da mandioca brava, que não é própria para consumo humano.

“A gente foi se inspirar na natureza e copia o ciclo para a embalagem mais perfeita que existe. Se você for pensar, é a casca de uma fruta”, diz Stelvio.

A inovação está em unir biotecnologia com equipamentos criados pela startup. Eles transformam amido em uma embalagem 100% ecológica. O maquinário diminuiu o tempo de produção e aumentou o número de embalagens fabricadas. Assim, a empresa ficou viável comercialmente.

“As pessoas não têm noção da jornada que é tirar um produto de laboratório e transformar em escala para virar um produto, ter uma empresa e conseguir vender a um preço acessível. As pesquisas começaram há mais de 17 anos, a gente conseguiu escalar o negócio através de muita tentativa e erro mesmo, não tem milagre”, afirma Stelvio.

No catálogo, a empresa oferece potes, pratos e embalagens para delivery. A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.

“Ele vai se compostar, vai virar adubo e não vai gerar nenhum resíduo para o meio ambiente”, explica o empresário.

Os produtos custam de R$ 0,60 a quase R$ 3 a unidade, mais caros do que os de produtos não degradáveis.

Marcus Nakata, dono da sorveteria que usa as embalagens, concorda: “A gente acredita que pelo meio ambiente vale pagar um pouco mais, até pelo conceito que a gente criou com a marca”.

A pandemia assustou a startup, mas eles se recuperaram e estão expandindo a produção. Não revelam o faturamento deste ano, porém, em 2021 a expectativa é faturar R$ 4 milhões, graças a mandioca.

“Isso mostra como a natureza pode ensinar a gente, o quanto de solução podemos tirar dela. Acho que não é só mandioca, tem muitas outras matérias-primas que estão sendo descobertas e ainda vão ser descobertas que o nosso próprio planeta cria pra gente”, afirma Stelvio.

Fonte: Pequenas empresas & Grandes Negócios

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Pesquisa de melhoramento genético vai oferecer variedades mais produtivas de Mandioca

Com o objetivo de disponibilizar novas tecnologias aos agricultores familiares do Estado, para que possam alavancar sua produção, o Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), desenvolve um programa de melhoramento genético de mandioca na Estação Experimental de Porangatu, município do Norte Goiano. A pesquisa, realizada com a espécie Manihot esculenta, busca principalmente obter variedades mais produtivas, adaptadas às condições das regiões Norte e Nordeste.

O coordenador do programa, engenheiro agrônomo e doutor em Genética e Melhoramento de Plantas, Ivanildo Ramalho, explica que essas regiões detêm algumas particularidades que podem impactar negativamente a produtividade da raiz. “São ambientes mais estressantes para as culturas, onde a precipitação é menor e o solo é mais empobrecido em relação a nutrientes”, esclarece. Segundo ele, produtores costumam implantar em suas terras manivas de mandioca provenientes de outras áreas, que possivelmente apresentarão desempenho produtivo inferior, já que são variedades não adaptadas às condições ambientais do lugar em que estão sendo empregadas.

O projeto é responsável pela manutenção de uma coleção de 15 genótipos de mandiocas de mesa e cinco de indústria, obtidos através de coletas nas principais áreas de plantio do Estado. Cultivados na Estação Experimental, os genótipos são avaliados para que os mais produtivos sejam utilizados como progenitores. O cruzamento genético – processo conhecido como hibridação – realizado entre os progenitores permite o aparecimento das novas combinações, compostas pelas variedades que a pesquisa espera resultar.

“A expectativa é que as variedades sejam mais produtivas, tolerantes à baixa incidência de chuvas, estáveis em solos com pouco nutrientes e resistentes a pragas e doenças geralmente observadas nas regiões em questão”, observa Ramalho. A bacteriose, principal doença da mandioca, caracteriza-se por manchas angulares e de aparência aquosa nos folíolos, murcha das folhas e pecíolos, morte descendente e exsudação de goma nas hastes, além de necrose dos feixes vasculares e até mesmo morte da planta.

Atualmente, existem na Estação Experimental 33 genótipos obtidos por meio de polinização cruzada que serão avaliados a partir de 2021 em testes preliminares e avançados de produtividade. Esses materiais encontram-se em desenvolvimento vegetativo para posterior coleta de manivas que serão utilizadas nos futuros ensaios experimentais. A previsão é que no ano que vem sejam descartados os genótipos com produtividade muito abaixo da média das variedades normalmente plantadas na região. Já em 2022, serão instalados os testes avançados de produtividade com os materiais que apresentarem boas características agronômicas no teste anterior.

Para o pesquisador responsável, o programa de melhoramento é especialmente importante devido à popularidade da mandioca na agricultura e na mesa do brasileiro. “Essa cultura é uma das mais exploradas pelo pequeno agricultor, tanto para comercialização da raiz quanto para consumo próprio. A partir da raiz é possível ter subprodutos como farinha da mandioca e amido, que são base para várias receitas. No caso da parte aérea vegetativa, pode-se utilizá-la na produção de alimentação animal”, afirma.

CERVEJA DE MANDIOCA – Nos últimos meses, a mandioca tem ganhado ainda mais evidência após o Governo de Goiás assinar um protocolo de intenções junto à Ambev para o lançamento de uma cerveja produzida com a fécula da raiz. A empresa já demandou cerca de três mil toneladas de mandioca produzida apenas por agricultores familiares do Estado. A Emater é responsável pelo mapeamento e organização das famílias fornecedoras, para que produtores de pequeno porte, que têm dificuldade de comercializar seus produtos, sejam contemplados.

O trabalho conjunto do Executivo e da unidade da empresa sediada em Anápolis vai impactar positivamente a vida de aproximadamente 2,5 mil pessoas do Nordeste Goiano, primeira região responsável por fornecer a matéria-prima para produção da bebida. “Como governador, não podemos ter um viés eleitoreiro. Temos que ter a coragem de assumir Goiás como um todo. Onde o Estado precisar terá a mão forte do governo para combatermos as desigualdades regionais”, destacou Ronaldo Caiado durante o evento de lançamento oficial da cerveja, ocorrido no início deste mês.

Inicialmente, o projeto envolvia somente produtores da Região Nordeste, mas foi ampliado para famílias de todas as regiões goianas. “A expansão do programa de comercialização permitirá aos pequenos produtores rurais terem as condições necessárias para se consolidarem economicamente. Eles terão a garantia de venda do insumo, com previsibilidade e planejamento, o que propicia maior controle e organização da produção”, pontua o presidente da Emater, Pedro Leonardo Rezende.

Fonte: Portal Notícias Agrícolas

[email protected]Pesquisa de melhoramento genético vai oferecer variedades mais produtivas de Mandioca
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