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Uma nova variedade de mandioca é capaz de produzir 51% a mais de amido.

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Uma nova variedade de mandioca é capaz de produzir, já no primeiro ciclo, 45% a mais de raízes e 51% a mais de amido. Esse é o desempenho registrado nos experimentos da BRS 420 comparando às cultivares usadas no centro-sul do País, região para a qual a nova raiz foi projetada.

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MANDIOCA: EM ALTA Á OITO SEMANAS, PREÇO DA RAIZ ATINGE MAIOR PATAMAR EM UM ANO.

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Os preços da raiz de mandioca estão em alta há oito semanas consecutivas, atingindo, na semana passada, o maior patamar em 12 meses. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, esse cenário é resultado da baixa oferta do produto na maior parte das regiões levantadas pela Equipe.

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MANDIOCA: CHUVAS NAS REGIÕES PRODUTORAS POSSIBILITAM RETOMADA DE TRABALHOS DE CAMPO

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O bom volume de chuvas na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea possibilitou uma retomada dos trabalhos no campo. A maioria dos agricultores priorizou as atividades relacionadas ao plantio, que segue atrasado, em detrimento da colheita, especialmente porque consideram a rentabilidade da mandiocultura desfavorável, devido à pressão sobre as cotações e às sucessivas quedas no teor de amido. Na expectativa de aumento na oferta após as precipitações, parte das empresas que estava com as atividades de moagem interrompidas retomou o processamento, resultando em ligeira melhora na demanda. Com maior interesse comprador, os preços subiram nesta semana na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Entre 23 e 27 de setembro, a cotação média semanal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 287,13 (R$ 0,4994 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), leve aumento de 0,04% frente ao valor médio da semana anterior.

Fonte: Cepea

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MANDIOCA: Confirmado 1º caso de nova doença da mandioca

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Imagem Crédito: Embrapa

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) registrou no Brasil o primeiro caso da doença Queima-do-fio da mandioca no mundo. Análises moleculares e biológicas identificaram o fungo Rhizoctonia solani AG-1 IA, que ataca a parte aérea da planta, em lavouras no município de Mâncio Lima, na região do Juruá, maior polo produtor de mandioca do estado do Acre

A descoberta foi publicada na revista Australasian Plant Disease, sendo divulgada pelo Portal chinês Agropages. Com essa identificação, coordenada pelo pesquisador da Embrapa Acre Amauri Siviero, é possível avançar nas pesquisas para o melhoramento genético da cultura e recomendação de medidas eficazes de controle da doença.

“Em expedições a campo verificamos que cerca de 10% das plantas dos roçados apresentavam características de queima nas folhagens. A partir de amostras de materiais infectados, coletados em diferentes cultivos, realizamos testes de patogenicidade para caracterização e reprodução dos sintomas da doença em laboratório. Com base no material isolado, foram feitas análises moleculares e biológicas para identificação do fungo (patógeno). Os resultados nos permitiram concluir que essa doença nunca foi relatada na cultura da mandioca em nenhum país”, destaca Siviero.

No Brasil, o fungo Rhizoctonia solani AG-1 IA já foi identificado atacando culturas como o feijão, café, arroz, batata, soja, milho e seringueira, entre outras, sempre associado à queima e apodrecimento de determinada parte da planta (raízes, folhas e sementes). A sua principal forma de disseminação é pela ação do vento.

“A Queima-do-fio da mandioca provoca a necrose de ramos e folhas que escurecem, secam e adquirem aspecto de queimado, como se um lança-chamas tivesse passado pela lavoura. Os sintomas da doença evoluem rapidamente e as folhas lesionadas se desprendem do caule e ficam penduradas por um fio branco, que é o próprio corpo do fungo”, explica Siviero.

“Devido à predominância de surtos situados ao lado de extensões florestais, acreditamos que o fungo pode ter migrado de plantas hospedeiras, do interior da mata, para as lavouras. Outra hipótese é que esse patógeno tenha sofrido um processo de especialização como parte do processo natural de evolução para se adaptar a novos hospedeiros”, analisa o cientista.
Fonte: Agrolink

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MANDIOCA: Média semanal atinge o menor patamar desde junho de 2016

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O valor médio semanal da tonelada de mandioca posta fecularia registrado entre 16 e 20 de setembro, de R$ 287,00 (R$ 0,4991 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg) foi o menor, em termos nominais, desde junho de 2016 e 3% inferior ao da semana anterior. Essa foi também a nona queda semanal consecutiva dos valores. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário reflete a demanda enfraquecida pela matéria-prima, visto que grande parte das fecularias segue restringindo a moagem, enquanto outras continuam com as atividades interrompidas. Do lado produtor, os trabalhos de campo, principalmente a colheita, foram limitados pela estiagem em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea – apenas o plantio (e/ou replantio), que está atrasado, ocorreu em alguns dias.


Fonte: Cepea

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MANDIOCA : Demanda enfraquecida pressiona cotações!

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Os preços da mandioca recuaram na semana passada, de acordo com informações do Cepea. Parte das empresas limitou a moagem nesta semana, devido à fraca demanda industrial – algumas até interromperam o processamento, diante dos atuais níveis de estoques, que são considerados altos. Entre 9 e 13 de setembro, a média a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 295,90 (R$ 0,5146 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), baixa de 1,7% em comparação com o preço médio da semana anterior. Em quatro semanas, também segundo dados do Cepea, a queda é de 4,5%.

Fonte: Cepea

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MANDIOCA: APESAR DA OFERTA REDUZIDA, PREÇO MÉDIO RECUA 1,8% EM AGOSTO

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Os preços da mandioca vêm apresentando comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo colaboradores, nas praças com maior concentração industrial e naquelas que precisam se abastecer em áreas mais distantes, as cotações subiram levemente, enquanto que nas regiões com maior estoque e consequentemente menor demanda, os valores recuaram. De 26 a 30 de agosto, a média semanal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 309,54 (R$ 0,5383 por grama de amido, na balança hidrostática de 5 kg), ligeira queda de 0,08% frente à da semana anterior. Na média de agosto, as cotações recuaram 1,8% frente a julho, reflexo da demanda enfraquecida ao longo de todo o período – a moagem diminuiu 38% no acumulado do mês, a menor desde janeiro.

Fonte: Cepea

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Mandioca- Apesar de menor oferta, cotações recuam

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A estiagem tem atingido todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, prejudicando fortemente o avanço dos trabalhos no campo, especialmente a colheita, que foi interrompida por uma parcela significativa de produtores, diminuindo a oferta. Ao mesmo tempo, parte das indústrias de fécula e de farinha continuou com baixa produção. Entre 19 e 23 de agosto, mais firmas deixaram de moer, mantendo a pressão sobre as cotações.

Nesse cenário, o preço médio nominal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia nesta semana foi de R$ 309,81 (R$ 0,5388 por grama de amido), 0,5% abaixo da média do período anterior. Na comparação com igual período do ano passado, a queda é de 30%, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho/2019).

Fonte: Cepea

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Mandioca – O mês de Janeiro apresenta mudanças no cenário

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A procura por raízes aumenta e eleva valores.

A colheira da mandioca apresenta atraso na colheira considerando anos anteriores, isso devido ao rendimento inferior ao esperado para este período. Mesmo assim, o mercado apresenta oferta de raiz que teve um aumento de 118,7%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Apesar do mercado de mandioca apresentar números inferiores ao esperado para os meses anteriores, em Janeiro constatou-se que o número de fecularias sofreu um aumento.

Entre os dias 21 e 25/01, o valor média da mandioca sofreu um aumento de 1,1%, considerando a semana anterior, com uma média de R$ 359,95/t (R$ 0,6260/g na balança hidrostática de 5 kg). Com base em informações extraídas do CEPEA, agentes da indústria têm recorrido pela compra de raízes no mercado spot*. Destaca-se que a diferença entre os valores regionais são altos.

*Mercado spot: Entrega da mercadoria imediata com pagamento à vista.

Fonte: CEPEA

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